Caro Sr. Costa,

Cada vez mais me arrepia ler ( sim, porque paciência para o ouvir é nula) as coisas que voçê tem a capacidade de deitar dessa boca para fora.

Parece-me que recentemente disse perante os seus seguidores algo deste género, “A seu tempo, com a sua grandeza, com outras pessoas certamente, mas há-de continuar, se os portistas quiserem, a ser o grande clube de Portugal e um dos grandes clubes do mundo”.

É curioso que finalmete tenha percebido que para o seu clube voltar a ser o que era isto acontecerá “A seu tempo”…  “com outras pessoas certamente…” então perdeu a “pujança”, ou finalmente lhe fizeram ver que os seus métodos já não passam despercebidos como acontecia?

Palavras como “O Dragão é o símbolo da lealdade, pujança e conquista e não é nenhum animal selvagem ou qualquer ave de rapina”, denotam a sua  ignorância é tão vasta que nem o simbolo do seu próprio clube conhece…

É um facto que actualmete tentou estilizar o seu dragão, tendando esconder as verdadeiras origens… mas nem assim o conseguiu…

Ora se reparar as patas do seu “dragon” parecem me “patas” de leão ( animal selvagem?) e no seu novo simbolo do seu querido “dragon” as asas parecem-me de uma ave de rapina… ou será que são asas de borboleta ou libelinha?

Por outro lado, a etimologia da palavra “Dragão” ( e não “dragon” como o Sr. Costa gosta de lhe chamar) é originária do termo “Drákon” que signigfica “Grande Serpente”, mais não sendo aquilo que voçês são, animais rastejantes.

Com os votos de uma agradável reforma… não caia da cadeira antes de se retirar, assim me despeço,

 

Nyto

9 :00 da manhã hora local – Fonyod, na terra dos Magiares (Magyarország ou para nós Hungria) bato á porta do apartamento de James, surpreso, ensonado abre e diz que ainda são 9 da manhã ( ah e tal… o pseudo Jet Leg enganou-me… acordei 1 hora antes do previsto), após um pequeno almoço dirigimonos até ás margens do Balaton onde observamos os pescadores e experimentamos a temperatura da água ( lamento, fria demais até para mim), o ceu encoberto não ajuda mas em dias de sol é sem duvida um local aprazivel para uns mergulhos e umas caminhadas na água, visto que aparentemente é possivel caminhar mais de 500 metros com água abaixo da linha do pescoço.

 

Balaton ( visto de Fonyod)

Aparentemente, apesar de se tratar de um lago e de ter uma profundidade média bastante baixa (3,2m) não deixa de ser bastante perigoso, não pelo fundo que é bastante liso (sem fundões) com areia fina e coberto por uma vegetação rasteira que  torna o caminhar bastante suave e sem surpresas, no entanto, quando ventos calmos os reinam numa bacia, um vento violento pode regeroutra. O obervatório de advertência do Serviço Meteorológico Nacional em Siófok trata dos avisos da tempestade para a área de Balaton e entre 1 maio e 30 setembro opera o sistema de alarme da tempestades. Se a velocidade do vento exceder 17 m/s (34 nós) imediatamente ou dentro de 1 – 2 horas, um aviso da tempestade do nível II é requisitado.,As luzes amarelas que indicam as circunstâncias meteorológicas são indicadas em 24 pontos ao longo da costa. Na aproximação de uma tempestade uma luz amarela que pisca 30 vezes por minuto indica o nível I de tempestade,  barcos e prática de desportos nauticos podem somente navegar dentro de uma zona de 500 m de largura fora da costa. Na ocorrência iminente de uma tempestade, uma luz amarela que pisca 60 vezes por minuto, indica um aviso da tempestade do nível II, onde a  proibição de navegação se aplica às embarcações pequenas da classe B sob a vela, assim como a prática de desportos nauticos. Em momento de tempestade, mesmo com água pela cintura a possibilidade de afogamento é bastante elevada, caso não seja suficientemente rápido os ventos conduzirão a embarcação para o meio do lago e eventualmente acabarão por o virar, sme que se tenha tempo para fugir á tempestade, para os banhistas, o caso é ainda mais complicado, dado que (pelo que me foi contado, não vi nenhum registo na net) os ventos levantam um  “spray” tão denso que se torna impossivel respirar, acabando por afogar o incauto com água pela cintura!

Mas de regresso ao nosso dia, dirigimo-nos para a garagem onde o “clássico” nos aguardava…

Um azul suave, brilhante, com algum pó como é óbvio, mas lá estava, essa reliquia produzida pela Sachsenring, o pequeno Trabant (” companheiro de viagem” em alemão), veiculo da antiga RDA, entre os anos 1957 e 1991.

Trabant

Exterior contruido em plástico não reciclável, caixa de velocidades “automática”, pegou á primeira, barulhento, desconfortável ( para engrenar a marcha-trás quase que se tem de arrancar o joelho!!), o pequeno Trabi, como carinhosamente o chamam lá avançou pelas estradas de Fonyod.

Curioso é ver o efeito de amor/ódio presentemente nos Hungaros quando a fumegar  passamos por eles, ou nos olham com desprezo ou com um leve sorriso por andarmos com um “animal” de pouco mais de 600 kg que lentamente se desloca mas que muito barulho faz…

Sem duvida o maior simbolo da antiga DDR, supostamente uma empresa Norte-Americana adquiriu os direitos e irá futuramente produzir um modelo inspirado nas suas linhas mas adeuquado ás exigências actuais.

eu e o trabi

Após o nosso entretenimento automobilitico, voltámos a estacionar na garagem, mas desta vez colocámos sobre tijolos, tarefa que me pareceu complicada

O Almoço decorreu na marina de Fonyod, e a tarde com um pequeno passeio, acabámos a noite com uma jogatana de Poker, no qual os “Invasores” foram despachados pelos Magyares de forma estrondosa…

“Amuados” fomos descansar com a ideia de nos fazermos á estrada na manhã seguinte…

 

14h30, 30 de Maio – Após um voo Lisboa – Budapeste, de mochila ás costas saio do aeroporto Ferihegy ( Budapeste – Hungria), cá fora dirijo me ao parque de estacionamento onde James e o seu BMW 325 Ci Cabrio me aguardam para uma aventura de estrada por 8 paises, 8 cidades, algumas praias imensos monumentos e 3.630,5 Kms e um bronze á pedreiro (ou como me soa melhor ” á cábrio”)!!

Tenho de admitir que a primeira dificuldade que encontrámos e garanto que não foram muita,s foi a colocação da minha mochila de 60x40x30 no porta-bagagens do “bólide”.

Primeiro destino, Fonyôd no lago Balaton ( o maior lago na Europa com 592 Km2,  um comprimento de 77 km,largura que varia entre os 4 e os 14 km e uma profundidade máxima de 11 m embora a médias seja de 3,2 m) ,não sem antes fazermos uma passagem pela magnifica cidade de Budapeste. Numa tentativa de revisitar a Praça dos Herois ( Hosok Tér) deparamos com algum tipo de festa a decorrer na Andrassy Ut. que nos impossibilita de chegar ao nosso primeiro destino, assim sendo continuamos tomamos como direcção á Margit Híd (Ponte Margarida) que nos leva até á margem de Buda para fotografar o Parlamento.

Parlamento Budapeste

Como podem verificar os andaimes continuam exactamente no mesmo sitio que estava em Janeiro de 2008 se duvidam consultem o meu post Köszönöm, Budapeste II.

Mais uma voltas por Buda e de regresso a peste, desta vez pela ponte das Correntes para nos fazermos á estrada em direcção ao Balaton ( destino final do dia)

Ponte da Correntes ( Budapeste)

 Chegados a Fonyod na margem do Lago Balaton a nossa primeira paragem é num supermercado para aquisção de alguns bens necessários como é o caso da água ,tal não é o meu espanto quando deparo com a fotografia do Figo no rótulo de uma das marcas  qualquer coisa como “Szentkirályi”, claro está foi esta mesma que escolhi para mim…

Podem ver aqui o anuncio televisivo onde quem sabe terá o rapaz descoberto uma nova carreira para o seu futuro…

Tabém guardei o rótulo da garrafa mas como ainda não fiz o scan contentem-se com o video, ok?

Finalmente dirigimo-nos para casa do James ( conjunto de blocos de apartamentos de férias ) onde tenho o prazer de conhecer o pequeno Arpad bem como os seus avós da parte materna e rever a sua mamã.

Após o jantar eu e o James fomos dar um pequenos passeio até á marina e acabámos por regessar a casa para o descanso, no dia seguinte iriamos passear de Trabant!!!

De quê?

Ah e tal… e dizem voçês que percebem  de carros… amanhã logo vos conto…

Esta era a trajectória minimamente definida…

 Ah e tal… com uns pequenos desvios… Este foi o trajecto efectuado, durante os proximos dias vão poder descobrir a aventura de dois portugueses, um BMW e muita bagagem…

Vivemos perante uma crise finaceira mundial que não tem fim á vista.

 
Solução 1: uma guerra que obrigue a reconstrução podendo novamente alimentar o sector imobiliário e por consequencia o financeiro

( resultado: solução local)
Solução 2: liberação de um virus de produção laboratorial, que dizime uns largos milhões por esse mundo fora, colocado num ponto estratégico com uma grande população de forma a ser mais credivel,com muitos visitantes de todo o mundo, promovendo uma propagação a nivel mundial. Obrigando ao desenvolvimento do sector farmaceutico de cada país (grupos e empresas em maior expanção nos ultimos anos)e por consequencia o seu sector bancario e financeiro.

(resultado: solução global).


Conclusão: O primeiro virus a ser eleminado tem de ser o virús da gripe do POLITICO, depois o virús da gripe do LOBBY e só então nos poderemos preocupar com as “constipações” das Aves e dos Porcos.
Caso não se consiga disimar os dois primeiros Virús, para o ano teremos entre nós o Virus da Batata, a Febre do Centeio e outros tantos para se juntarem á febre dos fenos que neste momento é a unica que me chateia a cabeça.
Atchim…

 

NOTA :

Esta entrada foi censurada num jornal nacional com nome começado por “P” e com ultima letra “O” nesta noticia : 

O que é esta nova estirpe do vírus da gripe? “

O lápiz azul ainda anda por ai.

Para todos aqueles que gostam de uma boa e suave musica para acompanhar um dia no escritorio, na praia ou em casa…

MUNICH RADIO – THE CHILL OUT RADIO

Armona 2

No Natal passado fui supreendido por um dos meus primos com a PS3 e um disco Singstar, resultado final, monopolização da Tv com as “crianças” dos 3 aos 40… sim não foram só os putos que estiveram de micro na mão ( Eu pessoalmente fui convencido a dar uma de Smashing pumpkins – 1979).

O Gabriel nos seus 3 anos e meio e o Pedro nos seus 10,encantavam-se com os Coldplay a cantar o “Viva la Vida”( sim sou o culpado ele ouvia frequentemente esse tema no carro).

Após algumas 3 horas de desafinaços constantes o meu Avô do alto dos seus 86 anos disse – Já não vos posso ouvir… não nem se pode ver telvisão nesta casa.-Terminando assim com a brincadeira. 

O resultado dessa tarde de Natal foi uma pressão familiar constante para a aquisição de micros e jogos compativeis com a PS2.

Após a aquisição de alguns jogos com o mais variado tipo de musicas passei a ouvir frequentemente os meus filhos a cantar Abba ( todas as musicas!!!), Xutos, Amarguinhas, Docemania… entre outros…

Recentemente dei comigo a ouvir os meus filhos, com um enorme entusiasmos a cantar Nirvana e ainda a nossa ultima aquisição, Queen o qual surpreendetemente influenciou de tal maneir o mais novo ( neste momento com quase 4 anos), que é hábito ver o petiz a bater o pé e a cantar “we will, we will rock you…”

Aqui está uma prova que os temas do passado são bons para qualquer ouvido…

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