Nota:

este texto é uma opinião pessoal, escrita numa página pessoal que só deverá ser lida por quem quiser, por livre e espontanea vontade tomar conhecimento do meu parecer, sem o intento de ofender ou denegrir a imagem de ninguem ou nenhuma instituição

 

Já abordei o tema da “ Geração Dá Cá O Meu Telemóvel, Já!” por algumas vezes, não muitas porque parece me que quanto mais se mexe na M€rd@ mais ela cheira, e este pelos vistos no parecer dos nossos juristas é um desses acontecimentos de “acção” x reacção”( do tipo, mexes x cheiras).

Eu sei que tenho a minha dose de ignorancia, mas custa-me acreditar que no caso mais mediatico deste ano, relacionado com a geração “Já”, inclusive “postado” no maior espaço dedicado a videos, a agressora foi ilibada ao passo que o rapazola que serviu de ponte para o conhecimento nacional de certos assuntos que se tentavam “colocar por baixo do tapete” neste pais tenha sido condenado.

Ah… pois…faz-lhe bem 40 horas de serviço comunitário… pois eu sei…acho que se calhar todos eles deviam ser obrigados a tal.

Mas parece-me que algo de mais profundo se passa neste assunto, algo que roça um pouco do famoso “lápiz azul”.

Não creio que o problema aqui esteja principalmente nas reprecursões psicológicas que aquela jovem da geração “Now” possa sofrer por ver o a sua imagem no “tutubo”, pelo menos já teve os seus “15 minutos de fama” ,a sua presença num video do tipo “Cebolas com açucar” ( não tenho a certeza se este é o nome da série).

Então e os danos psicológicos que a professora sofreu com as acções da menina?

Mas voltando ao meu raciocinio… ao condenarem o Rapazote por ter publicado o video em questão estão a tentar desmotivar os demais potencias “coppolas” deste pais a publicarem ou darem conhecimento destas situações.

Mantendo assim as acções de conhecimento e necessidade de reflexão na obscuridade dos corredores dos liceus.