Durante a semana passada a CE propos…repito propos que os Estados membros fossem obrigados a pagar as suas dividas aos Privados num prazo máximo de 30 dias, sendo que no caso de incumprimento teriam de pagar  juros, uma indemnização por custos de cobrança e outra de cinco por cento sobre o montante da dívida, aplicável desde o primeiro dia de atraso.

Finalmente se vê uma ideia que pode realmente ajudar muitas empresas a melhorar o presente estado.

O governo Português fala do investimento publico para nos ajudar a sair da crise, mas se pensarmos que muitas das empresas que fornecem as instituições publicas em Portugal, acabam por suportar os custos, com a garantia que um dia irão receber…

Acabando muitas vezes por fazer investimentos que terão de pagar com dinheiro que ainda não receberam, pensando que irião receber atempadamente.

Se fizermos contas, o Estado ou instituições sobre a sua alçada, fazem encomendas, recebem o solicitado, atrasam o pagamento a empresas que são obrigadas a pagar o IVA ( pois se estiverem em incumprimento com as suas obrigações fiscais não poderão receber),  já pagaram aos seus fornecedores ( caso não o façam estão sujeitos a processos juridicos e outros problemas que lhes poderão impossibilitar a continuidade da sua actividade), fizeram investimento contando com o valor devido pelo Estado ou Instituição, mas incumprem no pagamento desse mesmo investimento, atrasam, inventam desculpas enquanto esse seu fornecedor já pagou o IVA e ainda não viu absolutamente retorno nenhum, acabando sempre por lucrar um e um unico interveniente… o Estado.

Passada uma semana sobre a divulgação desta proposta, ainda não vi em jornal, Tv ou Rádio, o debate sobre as vantagem que poderão vir deste processo.

Pergunto-me se existirão forças que tentem evitar que se pense e fale sobre o assunto?

Tentemos ver as vantagens:

Recebimentos a 30 dias premite um Cash Flow correcto e coerente, uma rotatividade do Capital,  a manutenção do pessoal, cumprimento das dividas fiscais, investimento, pagamento de dividas, cumprimento de pagamentos, aumento de encomendas, dinamica do capital que permite facilmente e coerentemente sem recurso a créditos e balões de ar para salvar empresas que neste momento poderão estar cada dia que passa mais proximo da falência, levando a um aumento do desemprego e consequentemente agravamento da crise.

Srs Jornalistas, está na altura certa para alertar o Pais para esta situação e todas as vantagems que daqui podem vir.

Se encontrarem desvantagens alertem-me, caso contrario sou da opinião de nos mobilizarmos neste sentido não dando hipotese nenhuma de passar ao lado uma oportunidade tão facil e transparente.

Conduzindo assim este mundo a um mundo de Capital Real.